Espiritismo Educação Recursos Ajuda Serviços
Estudos
Salas de Estudo      O Livro dos Espíritos      O Evangelho      A Gênese
O Livro dos Médiuns      Série André Luiz      Série Philomeno   Educar      Família      
Home > O Livro dos Médiuns
SEGUNDA PARTE - Cap. XXXI - Dissertações espíritas - XXIX (Estudo 131 de 133)

       

Reflexão

1) Se poderia dizer que essa comunicação veio de um “falso profeta”? Por quê?

 
SEGUNDA PARTE - Cap. XXXI - Dissertações espíritas - XXIX - Conclusão Voltar ao estudo
 
CONCLUSÃO

1) Sim. Define-se falso profeta, de acordo com o dicionário, como o indivíduo que prevê o futuro, que é adivinho, que prediz acerca de acontecimentos futuros. Segundo Allan Kardec, o vocábulo profeta tem um significado mais lato, evangélico: profeta é todo aquele que é enviado por Deus, tendo por missão instruir os homens e revelar-lhes as coisas ocultas e os mistérios da vida espiritual. Assim, um homem pode ser profeta sem fazer predições (O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XXI, item 4). É no sentido de predizerem o futuro que os falsos profetas têm aparecido e enganado muita gente de boa-fé. A questão que surge é: como distinguir uma pessoa séria e bem intencionada, de outra que deseja enganar? A resposta de Jesus é clara: “Conhece-se a árvore pelo seu fruto.” Existem falsos profetas em todas as religiões, inclusivé na espírita e o texto deste estudo é um bom exemplo de como se faz necessário conhecer para saber avaliar...
1998-2018 | CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo