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SEGUNDA PARTE - Cap. XXXI - Dissertações espíritas - XXVII (Estudo 129 de 133)

       

Reflexão

1) Como você caracterizaria este tipo de obsessão de que fala Erasto?

2) Quem é a “vítima” preferida deste tipo de obsessor? Por quê?

3) Como se precaver dessa influência funesta?

 
SEGUNDA PARTE - Cap. XXXI - Dissertações espíritas - XXVII - Conclusão Voltar ao estudo
 
CONCLUSÃO

1) Fascinação: O Livro dos Médiuns (Capítulo XXIII) aponta a fascinação como uma das formas clássicas de obsessão, explicando que “trata-se de uma ilusão criada diretamente pelo Espírito no pensamento do médium”, deixando claro uma interferência de fora para dentro, distorcendo os caminhos da mente; no sentido psicológico quando uma pessoa está fascinada, trata-se de uma admiração, encantamento, êxtase, um interesse desmedido por uma pessoa ou pelo objeto de fascinação. Pode ser pela sua aparência física, traços, cor da pele, inteligência e outras características, como também por qualidades ou perfil da personalidade que ela apresente.

2) As “vítimas” são os orgulhosos e principalmente vaidosos, duas “qualidades” que andam juntas, porque o sujeito necessita de “alimentação” para sentir-se forte em seu orglho e vaidade...

3) Combatendo em nós o orgulho e a vaidade, sempre questionando, vigiando e orando...



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