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SEGUNDA PARTE - Cap. XXXI - Dissertações espíritas - IV (Estudo 112 de 133)

       

Reflexão

1) Como reconhecemos em nós a influência boa ou má dos espíritos?

2) Os espíritos instruem: “trata-se unicamente de compreenderdes que o que vem de um Espírito bom não pode prejudicar a quem quer que seja e que tudo o que seja mal só de um mau Espírito pode provir”. Como você coloca isso em prática?

 
SEGUNDA PARTE - Cap. XXXI - Dissertações espíritas - IV - Conclusão Voltar ao estudo
 
CONCLUSÃO

1. Pela natureza das inspirações.
Segundo Kardec (Revista Espírita, janeiro de 1858), os Espíritos atestam sua presença de várias maneiras, conforme sua aptidão, vontade e maior ou menor elevação. Todos os fenômenos ligam-se, naturalmente, a um ou outro desses modos de comunicação.
Portanto a influência será boa ou má conforme os Espíritos que atraímos pela afinidade com nossas intenções e pensamentos.

2) Examinando a natureza dos pensamentos que nos “ocorrem”, conforme o conhecimento que temos (estudar sempre é fundamental). Fazer uma análise do ponto de vista moral e estando sempre sintonizado com os bons espíritos pelas nossas ações no bem, sempre nos garantirá boas influências, embora, por isso mesmo, nem sempre basta a boa intenção. Há que, além de orar, vigiar nos corrigindo.
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