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SEGUNDA PARTE-Capítulo XXVII–Das evocações-item 340-342 (Estudo 105 de 133)

       

Reflexões

1) Qual a ação específica da prece em um grupo espírita?

2) Por que a caridade é citada como exemplo de conduta para a proteção do grupo contra invasões do mal?

3) Levando-se em conta os preceitos da caridade, qual deve ser nossa conduta em relação aos elementos causadores de discórdia, por exemplo?

4) De quem é a responsabilidade para uma Casa Espírita merecer esse título?

 
SEGUNDA PARTE-Capítulo XXVII–Das evocações-item 340-342 - Conclusão Voltar ao estudo
 
CONCLUSÃO

1) Além de formar um elo de ligação entre os membros do grupo pela sintonia de pensamento e sentimento, “atrai os bons Espíritos, que só assistem zelosamente os que os secundam, mediante a confiança em Deus”.

2) Porque para praticar a caridade é necessário que a pessoas se predisponha a ajudar o próximo, cultivando em si mesmo as virtudes do bem; ora o bem só atrai o bem, formando um escudo fluido em torno do indivíduo. Porém a vigilância deve ser sempre atenta devido as nossas imperfeições de espíritos falíveis.

3) Em primeiro lugar, dando exemplo do comportamento que julgamos acertado; depois tentando esclarecer, acolher e orientar no sentido da boa convivência e da harmonia de intenções, respeitando o próximo “com isenção de todo sentimento de orgulho, de amor-próprio e de supremacia e com o só desejo de serem úteis”.

4) Dos própios trabalhadores como está bem explicitado no item 341 do nosso estudo.

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