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(b) SEGUNDA PARTE-Capítulo XVII –Da formação dos médiuns-itens 211-213-Parte 3 (Estudo 64 de 157)

       

Período de estudo: 18/10/2011 a 25/10/2011

Desenvolvimento da Mediunidade
Reflexão:

1. Mesmo bem intensionado, o principiante pode ter que lidar com espíritos levianos? Por quê?

2. De que providências o médium principiante deve lançar mão para que não se torne vítima da ação desses espíritos?

3. Por que recomenda-se pedir ajuda ao anjo da guarde a não aos espíritos familiares do principiante?

4. Que sinais podem evidenciar a inferioridade de um Espírito?

5. A pressa e a impaciência no longo preparo mediúnico, e que pode nos causar grandes transtornos, é fruto de quê?

6. De acordo com o que se viu até aqui, onde o estudo da Doutrina Espírita pode nos ser mais útil?

 
(b) SEGUNDA PARTE-Capítulo XVII –Da formação dos médiuns-itens 211-213-Parte 3 - Conclusão Voltar ao estudo
 
CONCLUSÃO

1. Sim, porque pode ser uma prova de treinamento para ele o saber reconhecer o teor das mensagens. "Toda atenção precisam pôr em que tais Espíritos não assumam predomínio, porquanto, em acontecendo isso, nem sempre lhes será fácil desembaraçar-se deles. É ponto este de tal modo capital, sobretudo em começo, que, não sendo tomadas as precauções necessárias, podem perder-se os frutos das mais belas faculdades".

2. Primeiramente deve ser movido pela fé sincera e colocar-se a serviço de Deus, pedindo mesmo sua proteção para desempenhar bem sua terefa, através de seu anjo da guarda. As intenções e sentimentos envolvidos são também muitíssimo importantes, pois que é da qualidade desses pensamentos dependerá a qualidade da mediunidade a ser educada. "A segunda condição é aplicar-se, com meticuloso cuidado, a reconhecer, por todos os indícios que a experiência faculta, de que natureza são os primeiros Espíritos que se comunicam e dos quais manda a prudência sempre se desconfie. Se forem suspeitos esses indícios, dirigir fervoroso apelo ao seu anjo de guarda e repelir, com todas as forças, o mau Espírito, provando-lhe que não conseguirá enganar, a fim de que ele desanime".

3. Porque o anjo da guarda é sempre bom e mais elevado que seu pupilo; os espíritos familiares ou amigos são nossos iguais com as mesmas condições morais que nós e, muitas vezes, não têm nem permissão para nos auxiliar.

4. Seu vocabulário, a coerência de sua fala, a utilidade da mensagem, sua atitude para com o médium, etc. "podem considerar-se provas infalíveis da inferioridade dos Espíritos, todos os sinais, figuras, emblemas inúteis, ou pueris; toda escrita extravagante, irregular, intencionalmente torturada, de exageradas dimensões, apresentando formas ridículas e desusadas".

5. Do nosso orgulho e imprevidência. Muitas vezes, fascinados pelo fenômeno, alguns médiuns têm pressa em se colocar como medianeiros dos espíritos sem o devido preparo, apenas para observar o fenômeno acontecendo, o que pode custar caro, já que reverter uma situação de obsessão dessa natureza é, por vezes, muito complicado.

6. O estudo é fundamental desde o preparo inicial até o desencarne do médium, pois é o seu instrumento de apoio, de defesa e de avaliação; é o estudo que o capacita para ser um bom médium, ou o melhor possível. Não há outra opção para bem exercer essa tarefa de amor a caridade
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