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SEGUNDA PARTE-Capítulo XXVIII–Do charlatanismo e do embuste-item 309-313 (Estudo 96 de 133)

       

Reflexões

1) Como deve proceder um médium que precisa ganhar dinheiro para sobreviver?

2) Ao dizer que a: "possibilidade de haver médiuns interesseiros, se bem que honrados e conscienciosos, porquanto há gente honesta em todos os ofícios" o codificador afirma que em alguns casos é lícito ganhar-se dinheiro com os frutos da mediunidade? Quando? Por quê?

3) Em que situação estão os sonâmbulos que "que empregam sua faculdade de modo lucrativo"?

4) Enfim, o que caracteriza o embuste? Isso significa que nenhum espírito se comunica nas situações de exploração por parte do médium?
 
SEGUNDA PARTE-Capítulo XXVIII–Do charlatanismo e do embuste-item 309-313 - Conclusão Voltar ao estudo
 
CONCLUSÃO

1) Deve procurar um trabalho qualquer remunerado e adaptar seu trabalho mediúnico aos seus horários de folga, pois a mediunidade não é profissão e disciplina também é aprendizado.

2) Não. O que ele diz é que há médiuns equivocados - pessoas honestas e de boa fé que desconhecem o ilícito da ação por falta de estudo, orientação, etc.
Por atividade mediúnica remunerada poderia citar-se a psicografia de livros, por exemplo, mas o dinheiro arrecadado nunca deve servir à causa particular do médium - se for utilizado para sustentar um orfanato, por exemplo, terá um duplo mérito: a divulgação da DE e a caridade.

3) Sabe-se que nem todo sonâmbulo é considerado médium, pois que essa faculdade caracteriza-se pela mediação entre espíritos e encarnados. Isso posto, se é médium, suas obrigações e compromissos são os mesmos de qualquer médium; se não é médium, pode usar as faculdades como quiser que a responsabilidade é exclusivamente sua.

4) Sim, espíritos atrasados que se afinizam com o médium interesseiro podem comunicar-se através dele. O embuste é a enganação quando, por exemplo, um espírito mau ou atrasado se diz ou finge ser um espírito bom com o único intuito de enganar as pessoas.
O embuste também se caracteriza pelo médium (ou não-médium), já sem sua faculdade, finge ainda possuí-la com a mesma pretensão de iludir.
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