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SEGUNDA PARTE-Capítulo XXVI–Das evocações-item 289 (Estudo 82 de 133)

       

Reflexões:

1) Por que, do ponto de vista do nosso progresso moral, não é aconselhável que busquemos conhecer o futuro?

2) O conhecimento do futuro é-nos útil em algumas circunstâncias? Quais?

3) Sob qual critério devemos analisar uma revelação sobre o futuro?
 
SEGUNDA PARTE-Capítulo XXVI–Das evocações-item 289 - Conclusão Voltar ao estudo
 
CONCLUSÃO

1) Não é aconselhável porque isso atravancaria o nosso progresso, pois ficaríamos com a atenção voltada para futuro e nos descuidaríamos do presente - quando se sabe que o futuro será o resultado do que fazemos agora. Assim, antes de nos preocuparmos com o que virá, devemos ter em mente que vivenciando o bem e amando o próximo como Jesus nos ensinou no presente, estaremos plantando um futuro cheio de felicidade - isso é fácil de prever... e de nada mais precisamos.

2) Sim, em alguns casos em que é necessário tomar atitudes de precaução em relação a um acontecimento qualquer, por exemplo. Mas nem assim isso deve nos preocupar, pois quando essa circunstância se apresenta nossos amigos espirituais se encarregarão de nos avisar se isso for permitido, dependendo de inúmeras condições, seja através de um sonho, uma intuição... basta ter olhos e ouvidos para ver e ouvir.

3) Primeiramente pelas circunstâncias em que a revelação for feita; em segundo lugar, devemos analisar a utilidade desse aviso - a quem beneficiará, por exemplo e, por último, de onde veio ou quem trouxe essa revelação...

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