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SEGUNDA PARTE-Capítulo XXV–Das evocações-item 270-273 (Estudo 71 de 133)

       

Reflexões:

1) Qual deve ser nossa atitude perante um espírito que se tenha evocado e que atende ao nosso chamado? Por quê?

2) Por que é recomendado que se faça a evocação em nome de Deus?

3) Que cuidados devemos ter com as evocações de caráter particular?
 
SEGUNDA PARTE-Capítulo XXV–Das evocações-item 270-273 - Conclusão Voltar ao estudo
 
CONCLUSÃO

1) Atitude respeitosa principalmente, nos mostrando agradecidos pelo atendimento de nosso chamado.
Esse é o modo pelo qual devemos tratar qualquer pessoa que se relacione conosco, em especial aquelas que querem nos ajudar, nos esclarecer sobre qualquer dificuldade que temos, estejam elas encarnadas ou não.
Importante também, segundo Emmanuel (O Consolador), em todos os casos, que o evocador dê ao espírito prova da sua benevolência.

2) Assim estaremos mostrando a seriedade do nosso chamado, o que corrobora a intenção que temos no coração; mas se usarmos o nome de Deus apenas como uma fórmula, são palavras vazias de significado - nesse caso, seria melhor abster-nos.
Quando um Espírito é evocado pela primeira vez, convém designá-lo com alguma precisão e evitar, nas perguntas que lhe sejam feitas, as fórmulas secas e imperativas, fato que poderá afastá-lo. As fórmulas de tratamento devem ser afetuosas e respeitosas.

3) As perguntas devem ser formuladas com clareza, precisão e sem ideia preconcebida, se o evocador pretende obter respostas categóricas. É importante também que o evocador especifique o ponto visado. Evocar ou não um Espírito é questão que precisa, portanto, ser bem avaliada, tendo sempre em mente a finalidade a que ela se presta. Toda evocação, bem como toda manifestação espontânea, deve ter uma finalidade útil.
Emmanuel examinou o tema das evocações na questão 369 do seu livro O Consolador, onde observou: “Não somos dos que aconselham a evocação direta e pessoal, em caso algum”, expressando o ponto de vista de que, no trato da mediunidade, devemos ser espontâneos. Na mesma questão ele explica porque Allan Kardec a utilizou largamente, embora se saiba que o Codificador também admitiu as comunicações dadas espontaneamente nas reuniões por ele presididas na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. No livro Conduta Espírita, cap. 25, André Luiz reafirmou a proposta feita por Emmanuel, recomendando-nos seja abolida, em nosso meio, a prática da evocação nominal das entidades.
Assim, conclui-se que devemos sempre agir com bom senso, pesando os prós e os contras, conforme os objetivos que temos.

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