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SEGUNDA PARTE-Capítulo XXV–Das evocações-item 269 (Estudo 70 de 133)

       

Reflexões:

1) Por que se acredita ser mais conveniente a evocação de determinado espírito em vez de se evocar quem quiser vir, ou seja, qualquer um que queira?

2) Que vantagens/desvantagens há nessas duas maneiras de agir?
 
SEGUNDA PARTE-Capítulo XXV–Das evocações-item 269 - Conclusão Voltar ao estudo
 
CONCLUSÃO

1) É mais conveniente evocar determinado espírito quando se quer falar somente com ele (um espírito familiar, por exemplo) e com nenhum outro; todavia não se deve insistir, pois o espírito evocado poderá estar impedido de responder e outro poderá se passar por ele.
Por outro lado, quando é uma reunião de estudos, para o que se precisa de orientação, deve-se fazer uma evocação não determinada, pois os espíritos que assistem ao grupo podem dar as orientações necessárias sem que se precise determinar quem responderá.

2) Evocando determinado espírito teremos maiores chances de que seja mesmo o espírito chamado que irá comparecer, se não estiver impedido.
De qualquer maneira deve-se ter bastante cuidado com a evocação, pois é sempre uma porta aberta para qualquer espírito que esteja próximo de nós por afinidade vibratória, o que nem sempre dá bons resultados, devido a nossa natureza e dos nossos companheiros desencarnados.

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