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SEGUNDA PARTE-DAS MANIFESTAÇÕES-Capítulo XXIII–Da obsessão–itens 249-250 (Estudo 61 de 133)

       

Reflexão

1. Bastam a paciência e a perseverança no bem para que o médium se livre de uma obsessão? Por quê?

2. O que se constitui em caridade num caso desses?

3. Que outras medidas pode tomar o médium em relação ao produto do seu trabalho nessa situação?

4. Qual é o perigo que corre o médium não dando atenção ao que se poderia considerar uma obsessão simples?
 
SEGUNDA PARTE-DAS MANIFESTAÇÕES-Capítulo XXIII–Da obsessão–itens 249-250 - Conclusão Voltar ao estudo
 
CONCLUSÃO

1. A paciência é essencial, mas também provar ao Espírito que não se está sendo iludido por ele e que será muito dificil ser enganado.
Se, porém a persistência continuar, além de interromper a comunicação escrita, o médium deve "dirigir um apelo fervoroso ao seu anjo bom, assim como aos bons Espíritos que lhe são simpáticos, pedindo-lhes que o assistam"; deve, entretanto, tratar o mau Espírito "com severidade, mas com benevolência e vencê-lo pelos bons processos, orando por ele".

2. Está na doutrinação a empreender com o Espírito, tarefa que, "se bem desempenhada, dá sempre a satisfação de se ter cumprido um dever de caridade e, quase sempre, a de ter-se reconduzido ao bom caminho uma alma perdida", ou seja, assistir ao obsessor para que ele também se melhore.

3. Em primeiro lugar deve interromper a comunicação e, ao retomá-la, tomar todo o cuidado com sua produção, submetendo-a a avaliação do grupo com o qual trabalha, acatando-lhe os conselhos.

4. Deixando que uma obsessão simples progrida, ela pode tornar-se uma fascinação, muito mais difícil para o médium, "porque então não tem limites o domínio que o Espírito assume sobre o encarnado de quem se apoderou. A única coisa a fazer-se com a vítima é convencê-la de que está sendo ludibriada e reconduzir-lhe a obsessão ao caso da obsessão simples. Isto, porém, nem sempre é fácil, dado que algumas vezes não seja mesmo impossível. Pode ser tal o ascendente do Espírito, que torne o fascinado surdo a toda sorte de raciocínio, podendo chegar até, quando o Espírito comete alguma grossa heresia científica, a pô-lo em dúvida sobre se não é a ciência que se acha em erro".

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