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SEGUNDA PARTE-DAS MANIFESTAÇÕES-Capítulo XXIII–Da obsessão–itens 245-246 (Estudo 59 de 133)

       

Reflexão

1. O que leva um Espírito a obsidiar outro é sempre um motivo "justo"?

2. Em relação à mediunidade, a obsessão só ocorre entre médiuns encarnados e espíritos desencarnados?

3. Nesse caso, como age o obsessor que assedia o médium?
 
SEGUNDA PARTE-DAS MANIFESTAÇÕES-Capítulo XXIII–Da obsessão–itens 245-246 - Conclusão Voltar ao estudo
 
CONCLUSÃO

1. A obsessão sempre ocorre pela afinidade entre obsidiado e obsessor, onde, muitas vezes, os papéis podem se confundir. Entretanto as causas das obsessões vão desde uma vingança "justa" na concepção do obsessor, até uma circunstância fortuita, ensejada por atitude, sentimento ou ação ocasional do obsidiado; também pode acontecer por maldade daquele a quem o bem-estar do outro causa inveja, por exemplo, ou por vaidade tanto de um quanto de outro.

2. No caso particular dos médiuns, a obsessão também pode ocorrer entre encarnados: são as invejas e "guerras de vaidades" que, muitas vezes, se vê entre os trabalhadores de uma casa, com o que, logicamente, os Espíritos afinizados com esses sentimentos se aliam para generalizar o mal.

3. Da mesma forma que o obsessor desencarnado - elogiando-o por sabê-lo vaidoso, por exemplo ou, por inveja, sabotando o trabalho do outro, espalhando a discórdia entre o grupo; nesse caso o obsidiado pode ser o encarnado que atrapalha o trabalho do médium, utilizado como instrumento de Espíritos que não conseguem atingi-lo.

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