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SEGUNDA PARTE-DAS MANIFESTAÇÕES-Capítulo XXIII–Da obsessão–itens 239 (Estudo 55 de 133)

       

Reflexão

1. Na sua opinião, e com base no texto, a fascinação ocorre apenas entre encarnado e desencarnado? Justifique.

2. Qual é a causa da fascinação, já que até Espíritos intelectualmente evoluídos podem tornar-se "vítimas"? Por quê?

3. Como descreverias a diferença entre obsessão simples e fascinação para um leigo?

4. Quais seriam os sinais de inferioridade que só o fascinado não vê?

5. Como se prevenir da obsessão/fascinação?

6. Como ajudar alguém que não se percebe fascinado?

 
SEGUNDA PARTE-DAS MANIFESTAÇÕES-Capítulo XXIII–Da obsessão–itens 239 - Conclusão Voltar ao estudo
 
CONCLUSÃO

1. No texto é abordado a situação de médium e Espírito comunicante, mas geralmente ocorre entre todos as instâncias existenciais tanto no mundo físico quanto no espiritual e entre ambos, pois basta que haja "um mecanismo de profunda ilusão instalada na mente enferma do paciente [encarnado ou desencarnado]. Ele afeta as faculdades intelectuais, distorcendo o raciocínio, a capacidade de julgamento e a razão. O Espírito obsessor engana o doente explorando suas fraquezas morais, iludindo-o com falsas promessas" (Portal do Espírito - Huaixan). Isso é bem fácil de constatar, por exemplo, em seitas religiosas que levam as pessoas a situações lamentáveis e até com o perigo para a própria vida.

2. A causa geralmente são as dificuldades morais tais como orgulho e a vaidade principalmente; por confiarem excessivamente no seu pretenso saber, os fascinados tornaram-se instrumentos de espíritos fascinadores.

3. A obsessão simples é fortuita, ocasional e depende mais do "estado de espírito" do obsidiado, como, por exemplo, quando atraímos um obsessor que se afiniza com nosso "momento de raiva e ódio"; cessando esse momento e a reflexão nos fazendo voltar à razão, cessa o assédio.
Já a fascinação é mais permanente pois nos prende, não por estados temporários, mas por "defeitos" de caráter, que nos conduzem à alimentação das nossas dificuldades, nos proporcioando momentos de verdadeiro prazer a satisfação ilusórios.

4. O fascinador geralmente faz com que nos sintamos os maiorais, os mais inteligentes e os mais capazes, ou seja, alimentam nossa vaidade e orgulho. Pedem exclusividade, nos afastam dos grupos e se dizem também os melhores, usando argumentos que nos convencem disso, pois encontram guarida nos mesmos sentimentos e, por isso, nos conhecem muito bem.

5. Fazemdo-nos uma simples pergunta/reflexão: um Espírito do bem faria ou teria essas mesmas atitudes para com um médium?
Outra atitude preventiva seria não nos afastarmos do grupo sob nenhuma circunstância, embora o grupo também possa ser fascinado, mas para um grupo sério, ligado a uma casa espírita, geralmente é mais difícil o assédio.
Por fim, uma profunda e séria análise das comunicações, realizada em grupo, ouvindo os conselhos dos dirigentes, nos previne contra esse mal, além da perseverança no bem e do estudo constante.

6. Tentar considerar com ele sobre a situação percebida, fazendo-o refletir; orando para que ele retorne à razão; não afastá-lo do grupo, não se distanciando, acolhendo o fascinado sem julgá-lo, pois nenhum de nós está livre deste assédio, levando-se em conta que ainda não conseguimos vencer nossas próprias dificuldades – é uma questão de amor ao próximo.
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