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SEGUNDA PARTE-DAS MANIFESTAÇÕES-Capítulo XXIII–Da obsessão–itens 237-238 (Estudo 54 de 133)

       

Reflexão

1. Defina obsessão.

2. Os Espíritos esclarecem que uma simples e fortuita influência, à qual todos estamos sujeitos, não configura uma obsessão propriamente dita. Por quê?

3. Sendo assim, o que caracteriza uma obsessão?

4. Como se reconhece uma obsessão simples?
 
SEGUNDA PARTE-DAS MANIFESTAÇÕES-Capítulo XXIII–Da obsessão–itens 237-238 - Conclusão Voltar ao estudo
 
CONCLUSÃO

1. Obsessão é qualquer ação persistente de um Espírito sobre outro, seja desencarnado ou não, e pode ocorrer tanto entre encarnados quanto desencarnados.

2. Porque a ação pode ser temporária, enquanto durar a faixa vibratória que atrai um espírito para o outro.
Por exemplo, numa explosão de raiva, atraimos Espíritos que vibram nessa mesma faixa de descontrole emocional; cessada a situação e melhorada a vibração, o assédio pode cessar também.

3. A influência persistente, continuada, como o nome já diz, obsessiva.

4. Facilmente quando reconhecemos uma ideia que não nos é própria por não ser comum em nossos pensamentos ou ações, mas nem sempre isso é assim tão fácil de deduzir.
O estudo e o autoconhecimento podem nos ajudar nessas avaliações e alguns critérios que podemos adotar, tais como se gostaríamos de sermos o alvo de tal ação ou pensamento que temos em relação a outrem, por exemplo - ou seja, se é bom para nós também.
Por último, sabemos que vibrando sempre no bem, tendo bons pensamentos e boas ações, estaremos livres de más influências, mas devido ainda ao nosso atraso evolutivo, devemos sempre orar e vigiar.

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