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SEGUNDA PARTE-DAS MANIFESTAÇÕES-Capítulo XX-Da influência moral–item 226 (Estudo 49 de 133)

       

Reflexões

1. Levando-se em conta que para ser um bom médium é necessário reformar-se, ou seja, trabalhar nossas qualidades morais, aprimorando-as, por que dizem os espíritos que a moralidade do médium não está relacionada com o desenvolvimento da mediunidade?

2. A mediunidade constitui um privilégio, um prêmio, ou é prova/expiação? Por quê?

3. Qual o finalidade fundamental do exercício da mediunidade?

4. O que caracteriza o mau uso da mediunidade e que conseqüências pode trazer para o médium?

5. Em que circunstâncias o médium deve refletir se a lição recebida se aplica a ele?

6. O que pode atrapalhar essa consciência do médium e o que fazer nesses casos?

 
SEGUNDA PARTE-DAS MANIFESTAÇÕES-Capítulo XX-Da influência moral–item 226 - Conclusão Voltar ao estudo
 
CONCLUSÃO

1. Porque essa é uma condição de todo o Espírito encarnado, ou seja, é um atributo da natureza do Espírito quando encarnado; todos somos dotados de mediunidade independente da nossa evolução moral. A maioria de nós é apenas médium intuitivo; outros têm essa faculdade mais evidente, sendo assim, chamados de médiuns propriamente ditos.
Também pode ser missão, mas no nosso meio é bastante raro.

2. A mediunidade pode ser prova e/ou expiação, nunca um privilégio, já que no mundo criado com base na justiça perfeita de Deus não há privilégios; o que há é merecimento e necessidade – no nosso caso, principalmente necessidade, do que se pode deduzir facilmente que os mais necessitados são os que mais são chamados à tarefa, onde a mediunidade se enquadra.

3. A finalidade primordial da mediunidade é a reforma íntima do indivíduo e a caridade, do que todos somos muito necessitados.

4. O mau uso da mediunidade se caracteriza pela má conduta do médium; aquele que cobra por seus serviços ou que utiliza essa faculdade para sua própria satisfação, certamente será passível de sofrer as consequências advindas dessa atitude, já que a lei de Ação e Reação é igual para todos e dela ninguém escapa.

5. Quando uma determinada lição, por exemplo, começa a aparecer frequentemente para o mesmo médium, ele deve refletir se não é ele quem está precisando “acordar”; antes de dizer ou endereçar os ensinamentos para outrem deve refletir se ele também não está em falta e necessitado do mesmo conselho. A reflexão e a ajuda de outros médiuns são imprescindíveis, além do estudo. O difícil é o médium ter consciência dessas necessidades. Precisamos ficar muito atentos. É isso que significa “vigiar” – vigiar a nós mesmos e não nossos irmãos de caminhada...

6. O orgulho, de onde também advém a vaidade, costuma ser o grande entrave moral à consciência das nossas falhas e dificuldades, nos impedindo de receber aconselhamento e aceitar ajuda.
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