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SEGUNDA PARTE-DAS MANIFESTAÇÕES-Capítulo XIX-Formação dos médiuns–itens 224-225 (Estudo 48 de 133)

       

Reflexão

1. Por que o Espírito precisa do concurso do médium quando quer se comunicar e não o faz diretamente, ditando ou escrevendo um texto, por exemplo?

2. Que quiseram dizer os Espíritos com: "não é regular que o discípulo imponha sua vontade ao mestre" em relação ao exercício da mediunidade?

3. Como se explica uma habilidade mediúnica para a pintura, por exemplo, sem que o médium saiba fazer qualquer desenho por mais medíocre que seja, levando-se em conta que os Espíritos nos usam conforme nossas próprias habilidades para se comunicarem?
 
SEGUNDA PARTE-DAS MANIFESTAÇÕES-Capítulo XIX-Formação dos médiuns–itens 224-225 - Conclusão Voltar ao estudo
 
CONCLUSÃO

1. Porque o espírito não pode agir sobre a matéria a não ser por intermédio da matéria; por exemplo, como o Espírito não pode falar com os encarnados por não ter o órgão físico que lhe possibilite essa forma de comunicação, ele precisa do aparelho fonador do médium para se adequar à forma de comunicação que os encarnados entendem.

2. Numa comunicação em que o Espírito seja moralmente superior ao encarnado, não é correto que o menos esclarecido interfira na mensagem de teor mais elevado.

3. É bem provável que este médium já tenha essa habilidade, adormecida nesta encarnação, ou mesmo já tenha praticado essa habilidade em vidas passadas.
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