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SEGUNDA PARTE-DAS MANIFESTAÇÕES-Capítulo XVII-Formação dos médiuns–itens 200-203 (Estudo 41 de 133)

       

Reflexões:

1. Para saber se temos a capacidade da psicografia, precisamos experimentar. Como se pode fazer essa experimentação?

2. No caso de sermos médiuns psicógrafos, como se pratica esse atributo para bem servir?

3. Por que não é recomendado escolher o Espírito para nos comunicarmos?
 
SEGUNDA PARTE-DAS MANIFESTAÇÕES-Capítulo XVII-Formação dos médiuns–itens 200-203 - Conclusão Voltar ao estudo
 
CONCLUSÃO

1. "O processo é dos mais simples: consiste unicamente em a pessoa tomar de um lápis e de papel e colocar-se na posição de quem escreve, sem qualquer outro preparativo", a não ser concentrar-se, fazer uma prece e colocar-se à disposição. Através do estudo e do treinamento podemos saber se temos essa capacidade de comunicação com os Espíritos através da escrita; normalmente se faz esse aprendizado em Centros Espíritas habilitados para ministrar esses ensinamentos.

2. No início, através da concentração, em ambiente apropriado e em comunhão com médiuns mais experimentados; a nossa reforma íntima também é necessária, assim como o estudo da doutrina.

3. "[...] a comunicação com determinado Espírito apresenta muitas vezes dificuldades materiais que a tornam impossível ao principiante. Para que um Espírito possa comunicar-se, preciso é que haja entre ele e o médium relações fluídicas, que nem sempre se estabelecem instantaneamente. Pode dar-se, pois, que aquele com quem o médium deseje comunicar-se, não esteja em condições propícias a fazê-lo, embora se ache presente, como também pode acontecer que não tenha possibilidade, nem permissão para acudir ao chamado que lhe é dirigido. Convém, por isso, que no começo ninguém se obstine em chamar determinado Espírito, com exclusão de qualquer outro, pois amiúde sucede não ser com esse que as relações fluídicas se estabelecem mais facilmente, por maior que seja a simpatia que lhe vote o encarnado."
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