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SEGUNDA PARTE-DAS MANIFESTAÇÕES-Capítulo XVI-Dos médiuns especiais–itens 197-198 (Estudo 40 de 133)

       

Reflexões:

1. Com suas palavras e levando em conta o texto, como você poderia definir o bom médium?

2. Qual o perigo de se forçar o desenvolvimento de uma característica mediúnica que não se possui?
 
SEGUNDA PARTE-DAS MANIFESTAÇÕES-Capítulo XVI-Dos médiuns especiais–itens 197-198 - Conclusão Voltar ao estudo
 
CONCLUSÃO

1. O bom médium é aquele que sabe que tem uma tarefa a cumprir em relação a si mesmo, através do aprendizado, e em relação a seu próximo, através da caridade, ou seja, compreende a responsabilidade que assumiu; também esforça-se pela sua melhora moral e tenta com perseverança tornar-se um bom veículo de comunicação.

2. "Um médium pode, sem dúvida, ter muitas aptidões, havendo, porém, sempre uma dominante. Ao cultivo dessa é que, se for útil, deve ele aplicar-se. Em erro grave incorre quem queira forçar de todo modo o desenvolvimento de uma faculdade que não possua. Deve a pessoa cultivar todas aquelas de que reconheça possuir os gérmens. Procurar ter as outras é, acima de tudo, perder tempo e, em segundo lugar, perder talvez,enfraquecer com certeza, as de que seja dotado."
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