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PRIMEIRA PARTE-NOÇÕES PRELIMINARES-Capítulo III-Do método–itens: 18-27 (Estudo 7 de 133)

       

Reflexão

1. O que é necessário observar para ensinar o Espiritismo?

2. O significa "ensinar o Espiritismo"?

3. A que princípio o codificador se refere quando fala do ponto de partida do conhecimento espírita?

4. Qual o primeiro ponto que se deve observar para ensinar um materialista sobre a existência dos espíritos, por exemplo?

5. É certo que existem quatro tipos de materialista como bem mostrou o texto; como se deve abordar o ensino a cada um destes tipos?
 
PRIMEIRA PARTE-NOÇÕES PRELIMINARES-Capítulo III-Do método–itens: 18-27 - Conclusão Voltar ao estudo
 
CONCLUSÃO

1. "Ensina todo aquele que procura persuadir a outro, seja pelo processo das explicações [...] Não sendo os Espíritos senão as almas dos homens, o verdadeiro ponto de partida é a existência da alma [...] Todo ensino metódico tem que partir do conhecido para o desconhecido. Ora, para o materialista, o conhecido é a matéria: parti, pois, da matéria e tratai, antes de tudo, fazendo que ele a observe, de convencê-lo de que há nele alguma coisa que escapa às leis da matéria. Numa palavra, primeiro que o torneis ESPÍRITA, cuidai de torná-lo ESPIRITUALISTA".

2. Não constitui ensino unicamente o que é dado do púlpito ou da tribuna. Há também o da simples conversação. Ensina todo aquele que procura persuadir a outro, seja pelo processo das explicações, seja pelo das experiências, seja pelo exemplo da própria conduta daquele que ensina.

3. O "verdadeiro ponto de partida é a existência da alma".

4. Esclarecê-lo sobre a existência da alma, sem o que nada poderá ser ensinado ao materialista.

5. Quando dissemos que a dúvida cessa nos incrédulos diante de uma explicação racional, excetuamos os materialistas extremados, os que negam a existência de qualquer força e de qualquer princípio inteligente fora da matéria. A maioria deles se obstina por orgulho na opinião que professa, entendendo que o amor-próprio lhes impõe persistir nela. E persistem, não obstante todas as provas em contrario, porque não querem ficar de baixo. Com tal gente, nada há que fazer; ninguém mesmo se deve deixar iludir pelo falso tom de sinceridade dos que dizem: fazei que eu veja, e acreditarei.
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