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PRIMEIRA PARTE-NOÇÕES PRELIMINARES-Capítulo II-marav/sobrenat–itens: 12-17 (Estudo 6 de 133)

       

Reflexão

1. Por que não se poderia fazer ideia do que é o Espiritismo somente com base no que se pode observar como os efeitos físicos?

2. Em relação aos críticos do espiritismo, para que se desse crédito a algum deles, que características teria que reunir? Por quê?

3. Ao crítico que não reúna essas qualidades, que atitude deve ter o espírita?

4. Para se concluir que um fenômeno não é um milagre, a que circunstâncias deve atender?

5. Qual papel desempenha o espiritismo em relação ao que foi considerado sobrenatural?
 
PRIMEIRA PARTE-NOÇÕES PRELIMINARES-Capítulo II-marav/sobrenat–itens: 12-17 - Conclusão Voltar ao estudo
 
CONCLUSÃO

1. Porque são apenas efeitos observáveis em qualquer situação – bastaria ficar atento – e que não dizem nada sobre doutrina alguma, além disso podem ser fraudados por qualquer pessoas mal intencionada.

2. Teriam que conhecer profundamente a Doutrina, em primeiro lugar, e estar imbuídos de espírito de boa vontade para que o preconceito não falasse mais alto, pois não se pode dizer que uma coisa está errada quando nada sabemos sobre ela.

3. Dar o exemplo e explicar quando houver, de fato, desejo sincero de conhecer, de saber; ao que apenas quer polemizar e já vem de má vontade, não é necessário gastar energia com pessoas assim dispostas.

4. Deve estar de acordo com as leis divinas ou naturais, pois tudo no universo está sujeito a estas leis.

5. O de esclarecer, isto é, levantar o véu de sobre o que estava oculto, mostrando que existe coerência e explicações plausíveis para tudo o que existe.
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