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| Convulsionários (Estudo 80 de 193) |
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| CENTRO VIRTUAL DE DIVULGAÇÃO E ESTUDO DO ESPIRITISMO - CVDEE Sala LEspiritos - lespiritos@cvdee.org.br Estudo nº LE 080-a Parte II, Capítulo IX - Da intervenção dos espíritos no mundo corporal Tema: Convulsionários (Questões 481 a 483) R E S U M O a) Os espíritos desempenham papel importante nos chamados convulsionários (aqueles que têm convulsões). O magnetismo, porém, é a causa originária de tais fenômenos, que têm sido explorado pelo charlatanismo. Os espíritos que provocam este tipo de fenômeno são sempre de condição evolutiva inferior, pois os espíritos superiores não se comprazem com semelhantes coisas. b) Por efeito de simpatia, o estado anormal dos convulsionários pode se entender subitamente a toda uma população. As disposições morais se comunicam mais facilmente em certos casos e, por efeitos magnéticos, alguns espíritos podem provocá-los. Comentário de Allan Kardec: Entre as singulares faculdades que se notam nos convulsionários, algumas facilmente se reconhecem, de que numerosos exemplos oferecem o sonambulismo e o magnetismo, tais como, além de outras, a insensibilidade física, a leitura do pensamento, a transmissão das dores, por simpatia, etc. Não há, pois, duvidar de que aqueles em quem tais crises se manifestam estejam numa espécie de sonambulismo desperto, provocado pela influência que exercem uns sobre os outros. Eles são ao mesmo tempo magnetizadores e magnetizados, inconscientemente. c) A insensibilidade fisica que se observa em alguns convulsionarios é, exclusivamente, efeito do magnetismo, que atua sobre o sistema nervoso do mesmo modo que certas substancias. Em outros, a exaltação do pensamento embota a sensibilidade, como se a vida se retirasse do corpo para se concentrar toda no espírito. Quando o espírito está vivamente preocupado com uma coisa, o corpo nada sente, nada vê e nada ouve. Comentário de Allan Kardec: A exaltação fanática e o entusiasmo hão proporcionado, em casos de suplícios, múltiplos exemplos de uma calma e de um sangue frio que não seriam capazes de triunfar de uma dor aguda, senão admitindo-se que a sensibilidade se acha neutralizada, como por efeito de um anestésico. Sabe-se que, no ardor da batalha, combatentes há que não se apercebem de que estão gravemente feridos, ao passo que, em circunstâncias ordinárias, uma simples arranhadura os poria trêmulos. Visto que esses fenômenos dependem de uma causa física e da ação de certos Espíritos, lícito se torna perguntar como há podido uma autoridade pública fazê-los cessar em alguns casos. Simples a razão. Meramente secundária é aqui a ação dos Espíritos, que nada mais fazem do que aproveitar-se de uma disposição natural. A autoridade não suprimiu essa disposição, mas a causa que a entretinha e exaltava. De ativa que era, passou esta a ser latente. E a autoridade teve razão para assim proceder, porque do fato resultava abuso e escândalo. Sabe-se, demais, que semelhante intervenção nenhum poder absolutamente tem, quando a ação dos Espíritos é direta e espontânea. QUESTÕES PARA ESTUDO 1 - Qual a origem do fenômeno que atinge os chamados convulsionários? 2 - Como este fenômeno pode se manifestar nos convulsionários? 3 - Pode o convulsinário perder temporariamente a sensibilidade física? 4 - Como se pode fazer cessar a ocorrência deste fenômeno? |
Conclusão deste estudo |
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