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Tema: Família: Base Estrutural da Sociedade - nosso papo sobre (Estudo 790 de 835)

       

Olá queridos colegas ,

Ontem estive refletindo sobre o assunto proposto:


Geralmente como no texto que nos foi enviado ao sermos questionado sobre como estão os membros de nossa família , na maioria das vezes ocultamos os problemas com medo de não sermos vistos como bons pais ou mães,
Com isso aumentamos nossa aflição em querer que nossos filhos sejam perfeitos pelo menos aos olhos dos outros.
Diria que um verdadeiro "Tapar o sol com a peneira".
Muitas vezes não nos importamos com suas condutas dentro do lar , mas , exigimos que se comportem diferentemente daquilo que são perante a sociedade, para podermos mostrar ao mundo o quanto somos "bons pais e educadores".

Algo assim :

* Cumprimente seus avós, tios ou amigos do papai quando os vir. Mas será que conservamos o hábito de dizer bom dia, boa noite ou como foi seu dia? Quando estamos dentro de casa entre os seus co-habitantes?

* Seja educado , não diga palavrões ou gírias quando estiver entre pessoas que não sejam seus irmãos, pais ou amigos da escola.
Mas em casa todos podem falar da maneira que quiserem uns com os outros , gritando, xingando, desrespeitando, etc.

* Saiba se portar a mesa de um restaurante, tenha etiqueta.
Mas em casa pode comer na sala, no quarto, no banheiro, diante da tv, etc.

Esta necessidade de afirmação é mais nossa do que dos nossos filhos, e quando somos apontados por alguma falha quase enlouquecemos e aí lembramos de questioná-los:

_ Porque você fez isso ?

- Você quer me envergonhar !

A minha observação aqui é justamente no questionamento e no dialogo que mantemos entre familiares.
Será que paramos em alguns momentos para descobrirmos qual é o problema que aflige nossos filhos , ou nossos conjuges ?
Será que estão absorvendo a orientação moral que os damos porque estão realmente conscientes da necessidade delas para suas vidas ou apenas porque cobramos que suas condutas sejam essas perante a sociedade.

E quando isso não acontece a contento , simplesmente deduzimos que falhamos como educadores nos culpando pela derrota sem procurarmos as causas.

Nenhum problema tem solução se não conhecermos os possíveis desvios que o causaram.
E a melhor forma de conhecermos certamente é questionando , conversando, tentando identificar quem falhou e não somente admitindo a culpa.

Caso 1 :

Uma criança que não come, a mãe se desespera, leva ao médico para fazer reposições vitaminicas.

Já pensou em perguntar para o seu filho porque ele não come ?

Sabe o que algumas crianças responderam ?

* Não gosto da comida da empregada.
* Queria que minha mãe soubesse cozinhar.
* Minha mãe só cozinha o que "ela" gosta
* Não gosto de só comer em restaurantes.
* Todo mundo grita comigo na hora da refeição.
* Gosto de comer bolacha e salgadinho e minha mãe sempre deixa.
* Quando eu não como meu pai me leva no Mc Donalds.
* Não gosto de comer sózinho.

Enfim todas as respostas para começar a pensar em uma possível solução que não seja somente o médico, vieram da própria criança, mas com certeza para não nos envergonharmos aceitando que a falha na maioria das vezes é nossa, preferimos o caminho mais curto, levar no médico e repor com vitaminas , ao invés de aprendermos a cozinhar, deixarmos o egoismo de lado, dedicarmo-nos um pouco mais as horas da refeição em família, entre várias outras respostas para as questões acima.
E digo mais ainda a maioria ainda responde:

- Como posso fazer isso se não tenho tempo.

Essa é uma das pesquisas que fiz com algumas crianças só para ter uma idéia de uma tese que defendo e defenderei sempre em termos de educação. Que pode não ser a solução para tudo mas é o começo dela com certeza.

QUESTIONAR SEMPRE e ANALISAR COM CRITÉRIOS.

porém com igualdade, sem impor poderes, sem ameaças, sem temores, sem se achar culpado logo no inicio da conversa, dando oportunidades a todos de se expressarem e colocarem suas aflições, suas dúvidas, suas inseguranças e porque deve ou não ser assim ou assado.


Um abraço

Paty Bolonha
---
A família é nosso pequeno mundo, onde devemos trabalhar todas as virtudes que buscamos desenvolver em nós mesmos. onde devemos nos esforçar para extinguir todos aqueles defeitos que insistem em se fazer presentes em nossas vidas. Creio que a familia, seja ela a nossa familia espiritual, ou apenas a nossa familia corporal é nosso principal campo de cultivo em nosso presente encarnaçaõ, pois é nela que veremos os primeiros brotos do que estamos plantando.

abraços e fiquem com Deus
Andreza

---
À Equipe da Sala Educar:
Acabei de receber este texto através de um e-mail,não o estou enviando por
que ele é pesado devido as imagens que vem como fundo.
Mas estou transcrevendo-o, espero que ajude para os pais e filhos de hoje.

Mãe Má

O texto abaixo foi entregue pelo professor de Ética e Cidadania da Escola
Objetivo/Americana, Sr. Roberto Candelori, a todos os alunos da sala de
aula, para que entregassem aos seus pais.
A ínica condição solicitada pelo o mesmo foi de que cada aluno ficasse ao
lado dos pais até que terminassem a leitura.
O texto, a seguir transcrito, foi publicado recentemente pela morte estúpida
de Tarcíla Gusmão e Maria Eduarda Dourado, ambas de 16 anos, em Maracaípe -
Porto das Galinhas. Depois de 13 dias desaparecidas, as mães revelaram
DESCONHECER os proprietários da casa onde as filhas tinham ido curtir o fim
de semana. A tragédia abalou a opinião pública e o crime permanece sem
resposta.

MÃES MÁS
(dR. cARLOS hECKTHENSER, MÉDICO PSIQUIATRA)
" Um dia quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a
lógica que motiva os pais e mães, eu ei de dizer-lhes - Eu os amei o
suficiente para ter perguntado aonde vão, como quem vão e a que horas
regressarão.
- Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que
vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
- Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do
supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: "Nós
pegamos isto ontem e queríamos pagar".
- Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé, junto de vocês duas horas,
enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
- Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por
vocês o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
- Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas
ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
- Mas do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes NÃO, quando eu
sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até
odiaram).
Essas eram as mais difícies batalhas de todas.
Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também! E em
qualquer dia, quando os meus netos forem crescidos o suficiente para
entender a lógica que motiva os pais e mães; quando ele lhes perguntarem se
sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:
"Sim nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo... As outras crianças
comiam doces no café e nós só tínhamos que comer cereais, ovos, torradas.
As outras bebiam refrigerantes e comiam batatas fritas e sorvetes no almoço
e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.
Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.
Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair mesmo que demorássemos
apenas uma hora ou menos. Ela insistia sempre conosco para que lhe
disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata!
Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham
que subir, bater à porta, para ela os conhecher.
Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar
pelos menos 16 para chegar um pouca mais tarde, e aquela chata levantava
para saber se a festa foi boa (só para ver com quem estávamos ao voltar).
Por causa de nossa mãe nos perdemos imensas experiências na adolescência.
- Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de
vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
FOI TUDO POR CAUSA DELA!"
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo o melhor
para sermos "PAIS MAUS", como minha mãe foi. EU ACHO QUE ESTE É UM DOS
MALES DO MUNDO DE HOJE: NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS!


AQUELAS QUE JÁ SÃO MÃES, QUE NÃO SE CULPEM,
E AQUELAS QUE SERÃO, QUE ISSO SIRVA DE ALERTA!

Se estou errada em enviar este e-mail, me perdoe, mas é preocupante a
educação dos jovens hoje.

Gostei muito do texto da Adriana Lúcia, tentei responde, mas o e-mail
retornou

Muita Paz e Amor ao Próximo.

Noemia
---
Ao definir "família" o mais básico seria mesmo citar que esta deveria ser o Alicerce do Mundo, mas o que é a família nos dias atuais ?

Vemos crianças com vários pais e várias mães por conta de separações, divórcios, novos relacionamentos de seus pais legítimos , sofrendo hostilizações muitas vezes destes que não se acham responsáveis por elas.


Vemos pais e mães que assumem sózinhos os papéis ora de um ou de outro por conta de relacionamentos que geraram filhos mas que não deram certo, muitas vezes por irresponsabilidade de um encontro onde o "ficar" era a palavra da vez.

Mães e pais precoces que terceirizam os seus filhos aos avós ou a quem interesse criá-los, por não acharem-se merecedores de tal "sina" ou por considerarem-se imaturos para orientar essas crianças.

Vemos crianças abandonadas em creches, orfanatos ou mesmo nas ruas por conta de falta de recursos como alimento, moradia ou educação, por que os nossos governantes priorizam seus ganhos, suas regalias , ao invés de promoverem o bem social capaz de construir uma sociedade justa e digna para todos.

Vemos jovens de boa estirpe praticando atos criminosos por conta da desestruturação do lar, porque seus pais dão prioridades aos ganhos e prazeres materiais e sociais, terceirizando a educação de seus filhos as melhores escolas, justificando falta de tempo para o dialogo edificante e orientador.

Onde estão realmente as falhas deste sistema chamado "família" ?


Um grande abraço a todos

Paty Bolonha
---
Temos as instituições como forma de organização para que possamos ampliar a nossa capacidade de convivência.
O mundo é visto por cada de maneiras diferentes. Cada indivíduo vê o mundo conforme as suas experiências físicas, psíquicas e espirituais que vive através de cada existência. Partimos do micro para o macro mundo. Tudo step-by-step (passo-a-passo). Se queimarmos qq etapa o indivíduo se perde, fica desorientado, tendo que equilibrar-se novamente. Resumindo ele terá de reaprender.
Estamos aqui pra reaprendermos aquilo que deixamos de aprender quando nos foi dada a oportunidade e a família é primeiro caminho.
Em família aprendemos a nos relacionar e daí nos preparamos para o mundo exterior. Quando este aprendizado é defazado ficamos perdidos tendo de reaprendermos.
"Família é a reunião de espíritos em reajuste."
Deus nos deu a dádiva da reencarnação como recomeço para nos ajustarmos.
E se estendermos mais, perceberemos que a nossa família cresce de acordo com as nossas vivências, experiências passando de nosso lar, depois escola, trabalhos, colegas... vemos que é um mundo maior do que estamos acostumados.
Vejo que pessoas com uma base familiar estruturada têm maior chance de se equilibrar pela vida. Aqueles que vivem em lares desestruturados tem maior chance de se "perderem" na vida. E, na minha visão, família estruturada não apenas aquela que tem pai, mãe, filhos. São todas as famílias que tem uma estrutura moral firme, reta, justa. Claro que temos ovelhas que se perdem do rebanho, mas é pelos erros que aprendemos a acertar.

A colocação da Paty Bolonha comparando o que exigimos que seja perante aos olhos alheios e quanto ao que é dentro de nosso Lar serve para reflexão. Quando algo em nossos filhos dá errado temos de refletir onde erramos, mas jamais estacionarmos nas lamentações, mas sim prosseguirmos em frente levando as experiências e buscando a aprender e reaprender.
A vida é uma grande escola. A mãe Terra é a nossa grande casa e as pessoas que convivem nesta casa é a nossa família.

Os problemas que vemos ao nosso redor é um problema coletivo. Estamos presenciando uma sociedade doente, a instituição família está doente.

Tudo o que acontece a nossa volta é reflexo.
No L.E temos na questão 775 - Qual seria, para a sociedade, o resultado do relaxamento dos laços de família?
Resposta: _Uma recrudescência do egoísmo._

Sobre o egoísmo temos na questão 913: Dentre os vícios, qual o que se pode considerar radical?

Resposta: _Temo-lo dito muitas vezes: o egoísmo. Daí deriva todo mal. Estudai todos os vícios e vereis que no fundo de todos há egoísmo. Por mais que lhes deis combate, não chegareis a extirpá-los, enquanto não atacardes o mal pela raiz, enquanto não lhe houverdes destruído a causa. Tendam, pois, todos os esforços para esse efeito, porquanto aí é que está a verdadeira chaga da sociedade. Quem quiser, desde esta vida, ir aproximando-se da perfeição moral, deve expurgar o seu coração de todo sentimento de egoísmo, visto ser o egoísmo incompatível com a justiça, o amor e a caridade. Ele neutraliza todas as outras qualidades._


Em pensar que tudo isso foi escrito à muito tempo atrás...
Uma boa noite a todos...

Cida - Setor de Benefícios
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Querida Cida e colegas

Sem dúvida o maior culpado pelos altos índices de falência desta instituição chamada família é de fato o egoísmo.
E podemos inumerar muitas situações onde damos prioridade ao eu ao invés do nós.

As que citei no e-mail anterior talvez sejam apenas algumas destas, mas certamente há muitas e muitas mais.

Graças a Deus e a alguns esforços mantenho o meu lar (esposo e filhos) na medida do possível com todos compromissados moralmente entre sí , mas já não posso dizer o mesmo quando estendemos para um pouco mais , mãe , pai, irmãos, sogro, sogra, cunhados, amigos etc.
É claro que sabemos que as pessoas ainda não estão todas no mesmo grau evolutivo, mas não consigo entender como pessoas com tudo para serem felizes juntos conseguem complicar e terem certas atitudes imorais ainda que dizendo amar a família, ao conjuge, etc

Não acho que temos só que nos apoiar no fato de que a família é um grupo que veio para reajustarem-se entre sí, acho que isso nos deixa um pouco conformados com algumas situações e nos permite a inércia.
Temos que ajudar como podemos e enquanto podemos , mas temos que lembrar que muitas vezes é necessário que os "integrantes" façam sua parte e se ajustem primeiro consigo mesmos.

Um beijo

Paty
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Paty,

Tenho a mesma impressão do mundo a nossa volta.
A alguns dias atrás dividi a experiência do tio do meu marido. Este é apenas um dos casos.
A família é a reunião de espíritos em reajuste, mas isso não quer dizer ficarmos de braços cruzados esperando que Deus faça o que é de nossa competência.
Na minha sincera opinião, a instituição família é de responsabilidade de todos, mais ainda daqueles que foram designados "chefes" das mesmas.
Todos os problemas que você relacionou e muitos outros são de grande alerta para a sociedade. É o grande sinal do "final dos tempos" como dizem os mais antigos, pois está escrito na Bíblia. E no L.E temos a confirmação de que isso iria acontecer na questão conforme abaixo:

916. Longe de diminuir, o egoísmo cresce com a civilização,que, até, parece, o excita e mantém. Como poderá a causa destruir o efeito?

_Quanto maior é o mal, mais hediondo se torna. Era preciso que o egoísmo produzisse muito mal, para que compreensível se fizesse a necessidade de extirpá-lo. Os homens, quando se houverem despojado do egoísmo que os domina, viverão como irmãos, sem se fazerem mal algum, auxiliando-se reciprocamente, impelidos pelo sentimento mútuo da solidariedade. Então, o forte será o amparo e não o opressor do fraco e não mais serão vistos homens a quem falte o indispensável, porque todos praticarão a lei de justiça. Esse o reinado do bem, que os Espíritos estão incumbidos de preparar._

Fico pensando qual será o limite deste verme que corre nossos corações e produz tanto sofrimento, tanta dor.
Será que ainda veremos irmãos "penando" por não saberem o caminho do Mestre?!

Oro muito por todos nós.

Cida - Setor de Benefícios
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Paty, família tem momento que se torna díficil, a minha é muito pequena e tão complicada, desunida, a maior parte dos meus sofrimentos devo a família.

Eu, pelo contrário, esqueço de mim para fazer pelos outros e nunca estão satisfeito.

Tem momento que me pergunto, será que sou eu a culpada, mas é que se vai ficando cansada com tudo, e eu por minha vez, penso porque os outros nos fazem sofrer tanto, será que já os fiz sofrer em outras encarnações e é isso que me faz resignar e continuar carregando o meu carma e orando muito a Deus para me dar forças e não me deixar cair.

Noemia
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Noemia,

Bom dia!
Não há culpados nomeados em nossos sofrimentos senão nós mesmos.
Não conseguiremos mudar o mundo a nossa volta se não nos reformarmos interiormente.
As energias que nos cercam é fruto de nossa própria criação mental.
Conviver com outros é difícil, e com familiares muito mais.
Procure fazer a sua parte com amor e dedicação, sempre solicitando auxílio do Alto. As outras pessoas nunca ficarão satisfeitas com o que fazemos. Já disse um Grande Homem a mais de 2000 anos:
Tende cuidado em não praticar as boas obras diante dos homens, para serem vistas, pois, do contrário, não recebereis recompensa de vosso Pai que está nos céus. (Matheus 6:1)
Devemos aceitar os demais como realmente são.
Agarrar-se ao que será que fizemos no passado não é a solução. Devemos repensar todos os dias os nossos atos e nos certificar do que podemos fazer pra sermos melhores todos os dias. Pode parecer loucura, mas as pessoas reagem a forma como a tratamos.

Ore hj e sempre para que o mentor espiritual de sua família lhe auxilie com estes "problemas" e confie na caminhada.


Cida - Setor de Benefícios
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