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Tema: Família: espaço de convivência - nosso papo com texto (Estudo 461 de 835)

       

FAMILIA



Ricardo Montedo

E cá estamos nós, espíritos milenares, reunidos em um núcleo familiar por conta dos desígnios divinos, que a nós escapam ao entendimento.

Mas, só por um instante, ousemos nos questionar sobre que intentos serão esses!

Por qual motivo nos encontramos a dividir o mesmo teto, como pais, esposos e filhos?

Por qual razão a espiritualidade superior nos agrupou neste lar?

Estaremos nós todos caminhando juntos ao longo de muitos séculos, por sucessivas reencarnações?

Estaremos congregados pela afinidade, pelos gostos comuns, pelo amor que nos aproxima uns dos outros?

Felizes de nós, se assim o for! Ditosos aqueles que se reúnem em um lar formado por espíritos afins, com elevados propósitos!

Será uma clara constatação de que tal família, após longos embates na escalada evolutiva, ascendeu a uma posição que lhe concede o premio de uma convivência harmoniosa com os irmãos de sua predileção.

Bem fácil é perceber esse entrosamento fraterno e amoroso, pelo bom exemplo que, via de regra, famílias como essas proporcionam através de seu bem viver.

Todavia, muitas vezes não é assim.

O lar, com freqüência, reúne espíritos em processo de mútuo resgate de comprometimentos dolorosos amealhados ao longo de sucessivas estadas no corpo físico e alimentados na espiritualidade pelos distúrbios e desajustes daí decorrentes.

Assim, amiúde, a família torna-se o grande cadinho purificador das almas, conjunção divina destinada a harmonizar espíritos com débitos recíprocos a serem quitados definitivamente.

Por isso, muitas vezes o antigo algoz renasce como uma linda criança, cuja meiguice e desamparo visa provocar nos pais, antigas vítimas, as belas emoções de que precisam para nutrir por aquele ser, que deles para tudo depende, o amor, o carinho, o afeto, sentimentos que, sobrepondo-se às mágoas do passado, apagarão as lembranças e marcas das antigas dívidas.

Serve este exemplo apenas como ilustração, uma vez que, outras tantas vezes, as posições poderão ser diversas, de acordo com os planos de Mais Alto, porém, estes concertarão sempre para propiciar aos espíritos encarnados em família a oportunidade de quitar os débitos de uns para com os outros, através do divino instrumento do amor.

Então, necessário é que acatemos de bom grado as dificuldades que a convivência familiar nos proporciona, extraindo delas as lições que serão fundamentais para o nosso progresso, que tanto maior será quanto mais completo for nosso aprendizado, quanto maior for nossa capacidade de compreendê-las e aceitá-las como utensílio ímpar para que galguemos degraus importantes de nossa milenar jornada, sem precisar passar pelos aguilhões da dor.

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Ola equipe, Bom dia !

Aliás este dia esta tão lindo, que chega a ofuscar todos os problemas. Que Jesus possa ños abençoar sempre.

Marcio a sua CONCLUSÃO não poderia ser mais clara. É objetiva e precisa ser colocada em PRÁTICA ou reavaliada por aqueles que já se acham praticando.

Um abraço

Ataide

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