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Tema: Família e a Lei dos Homens - nossa conversa sobre (Estudo 194 de 835)

       


Oi pessoal!
Gostei desse tema, pois Direito é a "minha praia" e acho super importante trazer à discussão temas como esse e também outros referentes à cidadania, oas direitos humanos, etc.
Bom, vou começar pela última questão: acredito que as modificações na legislação civil NÃO afetam (ou não devem afetar) nossos conceitos. Foram as modificações dos nossos conceitos (da sociedade) que forçaram essas modificações na lei. A nova realidade já vem se estabelecendo há muito tempo e somente agora a lei vem a adaptar-se a elas. Portanto, a lei se modifica seguindo a "lei do progresso" e vai servir para resolver algumas questões que juridicamente estavam se tornando ´difícies de resolver. mas isso também não significa que a sociedade esteja mais amadurecida... ainda é cedo prá dizer isso e acho que com o tempo, muitas outras modificações ainda virão e espero, sinceramente que seja, não para regular conflitos, mas para tutelar e assegurar a paz de uma sociedade que evoluiu bastante.
Mas não se assustem! A legislação apenas regula (e ainda bem que é assim) as questões legais, ou seja, os direitos e obrigações que as pessoas devem ter dentro da Instituição Família. Porque todos sabemos que a estrutura moral dessa instituição é por nossa conta e aí a responsabilidade é individual, como seres humanos e como espíritos que somos, cada qual no seu nível evolutivoe, sabemos também que é nossa responsabilidade bem conduzir esses espíritos que recebemos como filhos.
A questão da igualdade só pode mesmo existir no campo legal, como forma de regular a vida em sociedade: "todos são iguais perante a lei", é o chamado princípio da isonomia, que submete a todos os que pretendem viver numa civilização, é a igualdade do gênero humano em relação à lei, mas isso não significa igualdade dos "seres" entre si.
Da mesma forma a Maioridade não pode ser confundida com Maturidade. É obvio que a maioria dos jovens não tem "maturidade" para assumir muitas responsabilidades, especialmente (no meu ponto de vista) nas questões de família, pois no mundo dos contratos, das relações de comércio e de patrimônio de modo geral, qualquer erro, por maiores que sejam os prejuízos não trarão conseqüências tão sérias quanto nas relações que envolvem pessoas (família). Sempre se pode reparar de alguma forma, já com pessoas isso é mais delicado. Se não temos maturidade para enfrentar as dificuldades que sempre existem nas relações de família, como ficará a formação do caráter dos filhos que temos por obrigação sustentar e educar (que são coisas bem disitntas)?
Mesma coisa quanto a guarda dos filhos. Se não estamos maduros para assumir uma vida a dois (nos casos de separação/divórcios), que é o que acontece com a maioria dos casais que se separam, será que teremos capacidade/maturidade para educar os filhos estando separados? cada um tendo uma opinião diferente, geralmente conflitante e quem sabe até confundindo os filhos ao invés de orientar? (aliás, eu mesma tenho mil dúvidas nesse aspecto...)
Penso que tudo converge para a questão da "maturidade", que deve começar por nós, estendendo-se aos nossos familiares, vizinhos, enfim, ampliando-se para uma sociedade mais consciente e feliz. Essa é uma questão dá "muito pano prá manga". Penso que do ponto de vista jurídico está tudo bem para o momento (como já disse, ainda vmaos evoluir muito mais), mas o que nos deve preocupar é como amadurecermos, não para essas mudanças, mas para as que queremos que se façam de hoje em diante... como conformarmos (construirmos) uma estrutura social mais moralmente "madura" para que novamente pressionar as mudanças legais que devem ser feitar nesse sentido? Penso que temos uma importante tarefa de ajudarmos para orientar as mudanças sociais sempre no sentido do bem, pois não podemos negar que no meio de tanta evolução legal, científica, tecnológica, etc. também existem mudanças para pior, porque um grande número de membros da sociedade se entrega à práticas negativas... (vejam o exemplo da legalização/liberação das drogas na Holanda... já pensou se isso acontece por aqui?). Enfim, acredito que se fizermos nossa parte estaremos de algum modo contribuindo para melhorar a sociedade e, conseqüentemente, a lei que a deve regular.

Muita paz a todos
Ana
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a) Acabando expressamente(uma vez que já havia terminado desde a Constituição de 88) a questão do pátrio poder, passa-se agora a ter uma igualdade entre homem(pai) e mulher(mãe) sobre os filhos. De que forma podemos, na visão espírita e na nossa prática diária, verificar a questão? Há realmente essa igualdade? O que fazer, não juridicamente, mas no convívio diário, quando há divergências na forma de "autoridade"perante o(s) filho(s)?
R: Acho que esta questão de igualdade entre homens e mulheres deve ser vivida no nosso dia a dia, porque muitos não respeitam os direitos da mulher. Já sabemos nós espíritas, que hoje somos deste sexo, mas antes com certeza em outras reencarnações fomos de sexo oposto ao de hoje. Com isso devemos respeitar a todos iguais. Jesus não fazia distinção de sexo, tanto que mandou nós nos amarmos uns aos outros como a si mesmo. A lei está correta e deverá ser cumprida a ferro e fogo.

b) A questão da guarda dos filhos, em uma separação/divórcio, já não é mais legalmente, preferencial à mulher. Estamos preparados para realmente partilhar ou aceitar a forma não tradicional? Como nos preparar, como o casal deve se preparar e como os filhos deverão se preparar para tal questão?
R: Quanto a isso já estava muito tempo ultrapassado, porque há muitos pais que tem mais condições morais de criar seus filhos do que mães desnaturadas que não tem um pingo de juízo. Assim como também há pais que não tem condições morais para tal responsabilidade. Por isso que acho correto isto ter mudado, porque agora os pais também terão chances de cuidar e zelar pelos seus filhos e o juiz e a assistente social cabem avaliar o melhor responsável.

c) A questão da maioridade para os filhos aos 18 anos. Os preparamos realmente para assumir deveres e terem direitos à essa idade? Eles têm maturidade para tanto?
R: Acho que se um adolescente de 12 anos tem a capacidade de trabalhar para o tráfico de drogas com uma arma na cintura, aos 18 ele pode com certeza assumir a maioridade com direitos e deveres constituídos na lei. Nós espíritas sabemos que a lei de reencarnação traz para este mundo espíritos bem evoluídos e pouco evoluídos moralmente, nós espíritas também sabemos que acontece de filhos educarem seus pais e com isso terem mais responsabilidade que seus pais. Resumindo há muitos adultos que tem muito menos juízo que muitos jovens responsáveis que já evoluíram o suficiente em outras vidas, para nesta apenas continuar onde pararam.


d) Essas questões afetam efetivamente o conceito de família? o conceito de educação dos filhos? Nosso conceito de educação? Como nós, espíritas, podemos encarar tais modificações?
R: Acho que estas questões afetam mais nas questões jurídicas, em situações onde a lei se faz punir ou absolver. No dia a dia quase nada muda.

As leis mudam de acordo com a evolução da sociedade é uma coisa automática e estava mesmo na hora desse código ser revisto, porque havia muita imposição de poderes em leis ultrapassadas pelo tempo que graças a evolução humana velhos preconceitos foram reduzidos quase que a zero. Espero se a sociedade evolua ainda mais rápido, para que tenhamos assim em pouco tempo uma nova renovação do código.

Joanice adorei seus comentários e sua opinião sobre o desleixo dos pais para com os filhos. Infelizmente isto ainda acontece e de forma natural, só que quem hoje faz sofrer amanhã sofre. A lei Universal Divina não é defasada como a nossa e é totalmente correta com os faltosos. Mas para um mundo de provas e expiação isso é comum. Só esperamos que o novo mundo de regeneração não tenha mais esse tipo de coisa. Espero que o amor reine em todos os corações deste planeta.
Não se preocupe com as críticas que você fez, pois quando as críticas são para educação e alerta, são bem vindas. Eu também sou assim não consigo ver coisas erradas e ficar quieto, quando fico quieto fico pensando: Será que não estou sendo omisso? Devemos sim chamar a atenção de quem que for se este estiver a conduzir mal a sua vida. Alertando e ajudando a encontrarem o caminho de Jesus que tanto se dispôs a vir nos ensinar.

Abraços capixabas e recheados de humildade e paz,
Márcio.
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Só um comentario em relação a igualdade entre homens e mulheres.
Infelizmente isso vai continuar so acontecendo na teoria porque na
prática não vai mudar muito. A educação do filho é quase que totalmente
da mãe. Tenho um filho e estopu cansado de ter que resolver e pensar em
todos os problemas ( mãe leva no médico, dá o remédio, manda estudar,
olha os deveres, manda tomar banho, escovar os dentes, .... e por aí a
fora) desculpem os homens ( pais ), mas a maioria deles não lembra e de
fazer e pedir aos filhos que façam, não lembram de corrigir deveres,
de levar ao médico, dentista.... Diria que ainda continua como
antigamente, a figura da mulher como mãe e dono de casa, e o marido
apenas se preocupando se está faltando dinheiro e olhe lá.

Abracos e desculpem pelo desabafo.

Michelle
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a) Acabando expressamente(uma vez que já havia terminado desde a Constituição de 88) a questão do pátrio poder, passa-se agora a ter uma igualdade entre homem(pai) e mulher(mãe) sobre os filhos. De que forma podemos, na visão espírita e na nossa prática diária, verificar a questão? Há realmente essa igualdade? O que fazer, não juridicamente, mas no convívio diário, quando há divergências na forma de "autoridade"perante o(s) filho(s)?
Através do diálogo fraterno entre o pai e a mãe. É claro, fica muito mais fácil quando ambos professam a mesma religião.

b) A questão da guarda dos filhos, em uma separação/divórcio, já não é mais legalmente, preferencial à mulher. Estamos preparados para realmente partilhar ou aceitar a forma não tradicional? Como nos preparar, como o casal deve se preparar e como os filhos deverão se preparar para tal questao?
Concordo plenamente com a Michelle... tenho exemplos que, no caso de uma separação, o melhor para o filho, seria ser criado pelo pai, devido à sua conduta moral.

c) A questão da maioridade para os filhos aos 18 anos. Os preparamos realmente para assumir deveres e terem direitos à essa idade? Eles têm maturidade para tanto?
Talvez sim, talvez não... cada caso é um caso. Existem pessoas que, com 18 anos, são muito responsáveis e maduras para idade, enquanto outras, aos 30 anos, parecem ter 15 anos...

d) Essas questões afetam efetivamente o conceito de família? o conceito de educação dos filhos? Nosso conceito de educação? Como nós, espíritas, podemos encarar tais modificações?
Bem, eu acho que muita coisa mudou nos últimos anos em relação à responsabilidade do homem quanto à educação dos filhos. E eu tenho o exemplo em casa mesmo. O meu pai sempre foi presente em nossa educação (minha e dos meus irmãos) e em pequenos detalhes como um bom papo, levar ao parque e ao cinema, ao dentista e ao médico... e, além disso, sempre ajudou muito a minha mãe (e ajuda até hoje) nos afazeres domésticos.
Hoje, sou casada e mãe das gêmeas Aline e Lívia, com oito anos de idade. E, por benção de Deus, o meu marido tem mais ou menos o mesmo perfil de meu pai: é presente, dedicado e atencioso, tanto comigo quanto com as meninas. Aliás, quase nunca as levo ao médico, ele fica encarregado disto. Ele estuda com elas, briga e coloca de castigo quando necessário. É claro, ele é compreensivo talvez porque eu trabalhe fora como ele.
Mas o exemplo também parte de outras pessoas da família, como meu irmão e meu cunhado (irmão do meu esposo) que são igualmente dedicados.
A tendência, daqui para frente, é que homens e mulheres tenham (quase) os mesmos deveres e obrigações. Somos espíritos em evolução, e nossa tarefa é entender tanto o universo feminino quanto o masculino.
Mas, o importante mesmo, é quando temos uma tarefa a cumprir, temos que fazê-la com muito amor e dedicação.
(Rosane)
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Bom dia Michele,

Primeiro: Está desculpada pelo desabafo.
Pois pelo que você fala, parece ser uma mãe muito ativa.

Continue sendo bastante presente, acompanhando a cada instante da vida
de seus filhos, mesmo que o pai não esteja tão presente assim...

Você só tem a ganhar. Assim que seus filhos perceberem toda essa dedicação,
todo esse amor, eles a tratarão assim também, seja hoje ou amanhã quando precisa-
rá mais. E isso repercutirá em todos os relacionamentos de convivência de seus filhos.
Não sou psicóloga, mas acredito na lei da Ação e Reação. Você dá amor e receberá
amor.
Também tenho essa vida de correria e trabalho fora(que aliás me faz muito bem).
Vi minha mãe cuidando de minha avó até seus últimos dias em casa,(faleceu com 95 anos)
com tanta dedicacão. Que só de pensar que minha mãe pode estar precisando de alguma coisa eu já
me adianto e ajudo. Hoje tenho 37 anos e dois filhos e mais um a caminho (estou grávida
de um mês). Percebo melhor todo o sacrifício que minha mãe fez por mim.

Enfim, vá em frente e continue fazendo o melhor ...
bjs
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Jesus não veio destruir a lei, mas dar-lhe cumprimento e aperfeiçoá-la. Ele
reformou e ampliou o pensamento da era mítica, abriu os caminhos para a
psicologia, deu direcionamento à filosofia e muito mais. Estamos diante de
um aperfeiçoamento das leis sociais.Como homem quero dar o meu testemunho de
dedicação, quem sabe até de sentimento humano: tenho três filhos, um dos
quais adotivo, (está comigo desde o dia que nasceu, tem hoje 22 anos). Perdi
a conta de quantas vezes dei banho, troquei fralda, limpei o bumbum deles e
passei algodão com "higiapele", para higienizar a pele sensível dos
bebês.Hoje, quando meu neto de quatro anos está na minha casa, dou banho e
ajudo na sua higiene quando usa o vaso, fiscalizo se ele procede
adequadamente a sua limpeza. Essa é uma parte. Quando minha filha sai do
trabalho para a faculdade, quem pega o neto na escola? adivinhe! Passei por
uma separação, após 15 anos de casado, por iniciativa da mãe dos meus
filhos. Adivinhe o que aconteceu? Todos os filhos preferiram ficar comigo.
Fiquei sendo PÃE. Tenho um novo casamento que completou 12 anos, pois a
companhia feminina é algo maravilhoso, imprescindível. A minha companheira e
esposa se encomoda com a atenção que ainda dou aos meus filhos e às vezes
diz que eu sou a BABA do meu neto, eles moram juntos em uma casa e eu em
outra casa com minha esposa, meu caçula tem 20 anos. Sou descendente de
família machista, do engenho de cana de açúcar, tenho meus preconceitos,
defeitos, não deixei de ser macho com M bem grande, mas não perdi o meu
sentimento de amor à prole e sobretudo a solidariedade com a minha ex-
companheira ,que muito mais que eu cuidou dos meninos. Fica a interrogação
que você pode responder à luz da Doutrina: por que eles preferiram ficar
comigo? Estamos começando o terceiro milênio que, segundo o espiritismo,
transformaremos o status do nosso orbe. A transformação é intelectual e
espiritual, segundo a mesma doutrina, são vetores que atuam juntos no mesmo
sistema. Aconselho, meditar. Procurar recolher-se ao entardecer,
opcionalmente, com uma musica para meditação, aquietar a mente, após
praticar respiração completa e tranqüila e veja como as coisas clarearão.
Procure alguem no Centro Espírita que conheça a respiração segundo os
métodos orientais. Seja feliz. Busque a compreensão com o esposo , dividam
as atividades, se amem muito, tenham muito mais filhos do que já tem, porque
é muito bom ter filhos para nos ensinar.Só contei o meu lado bom, o ruim
vocês que descubram!
Abração bem fraterno.
José Einá
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Ois, Michele, Elaine e José Einá... não podia deixar de comentar suas
colocações.
Parabenizo os pais-mães, pois são muito abençoados. Ser mãe, eu vejo hoje,
mesmo em meio a todo tipo de tormento, é uma bênção, pois permite
desenvolvermos as mais sublimes faculdades do ser. felizes os pais que tem
essa sensibilidade de participar direta e ativamente das "tarefas" de mãe.
Eu agradeço todos os dias pela oportunidade de estar aprendento tanto com a
minha pequenina... parece que ela veio mesmo prá isso: me ensinar a ser
feliz.
Quanto aos pais que não são muito participativos, meninas, acho que podemos,
com diálogo e com exemplos, induzi-los a participar mais nas tarefas de
cuidados com os filhos, mas também, se não conseguirmos isso, tenhamos
paciência, pois eles, por sua vez talvez não estejam ainda no nível de
desenvolver essas capacidades. Diria às meninas que agradeçam a Deus porque
seus filhos têm pai e mãe presentes, pois há pais totalmente ausentes, por
irresponsabilidade, por covardia, por negligência, enfim, são muitos os
motivos...
Costumamos dizer que que a desagragação da família ocorre principalmente
pela falta de moral, de caráter das pessoas, até por uma questão de nível
cultural e de instrução, como de fato se vê muito entre as pessoas mais
pobres (sem querer generalizar), mas o que se observa hoje é cada dia mais
as pessoas bem "instruídas", bem informadas, bem posicionadas estão sofrendo
com isso também. Hoje já não é o bastante ter conhecimento e uma estrutura
equilibrada... estamos todos sujeitos a que um raio caia em nossas cabeças e
estar atento é pouco. Vejamos as questões das drogas e das DST, que antes
eram coisas que atingiam uma determinada classe de pessoas ou os chamados
grupos de risco... hoje já está generalizado e ninguém está livre...
Eu nunca na vida usei drogas, desde os 15 anos, no colégio faço estudos
sobre isso e justamente na minha vida apareceu alguém para pôr a prova tudo
o que eu sabia e eu vi que ainda assim não estava proparada... resultado:
ele resolveu voltar ao seu caminho no vício, desertando da oportunidade
abençoada de ser feliz... e eu sigo o meu, procurando sempre saber o que é a
virtude para poder praticá-la, mas agora tem mais alguém entre nós (a
Mariana)... e que caminho ela vai seguir? O mesmo que eu? só porque ela
"está" comigo? às vezes eu penso que mesmo sozinha eu posso tudo... mas
será? Confio em Deus, mas não posso me descuidar: estar alerta, como eu
digo, não é suficiente...
Bom, concluo reafirmando: felizes os pais que têm a sensibilidade de serem
mães, mas tenhamos paciência com aqueles que ainda estão a caminho disso...
pelo menos estão no caminho: ao lado da família.
Beijos e muita paz
Ana
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